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O Consórcio e Seu Papel Estratégico no Acesso ao Crédito e no Crescimento Econômico Brasileiro
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Com juros em alta, consórcio volta aos holofotes como alternativa segura e inteligente para planejamento
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Itaú eleva projeção da Selic para 15,75% ao final de 2025, citando desancoragem de expectativas e deterioração do real
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Casa Própria em 2025: Consórcios e Leilões Como Alternativas para Enfrentar Juros Elevados!
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A Caixa Econômica Federal vai reduzir o valor do financiamento para imóveis ainda neste mês; Confira as novas regras.
O consórcio imobiliário desperta interesse entre os mais ricos e corretoras de investimentos
O crédito negociado por meio de consórcio para veículos apresentou um crescimento de 9,9% no ano
Operações Estruturadas de Consórcio no Mercado de Multipropriedade: A Revolução Financeira da Newcon
Participantes chegam a 2 milhões e consorciados atingem 9,67 milhões no primeiro semestre.
O consórcio registra crescimento no primeiro trimestre devido às taxas de juros elevadas.
O consórcio apresenta perspectivas favoráveis de crescimento nos próximos anos, de acordo com especialistas.
Copom eleva Selic para 10,75% ao ano em meio a cenário econômico desafiador
Após manter a taxa básica de juros em 10,50% ao ano desde maio, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil decidiu nesta quarta-feira (18) aumentar a Selic em 0,25 ponto percentual, atingindo 10,75% ao ano. A decisão foi unânime, com todos os nove membros do comitê votando a favor da elevação.
Em comunicado, o Copom justificou a medida destacando que o atual contexto econômico, com atividade resistente, pressões no mercado de trabalho, hiato do produto positivo, aumento nas previsões de inflação e expectativas desancoradas, exige uma postura monetária mais rígida.
O comitê também apontou uma assimetria de alta em seus cenários de risco para a inflação futura. Entre os riscos destacados estão a possibilidade de uma desancoragem prolongada das expectativas de inflação, uma inflação de serviços mais resiliente que o esperado, e o impacto das políticas econômicas internas e externas no aumento dos preços.
Por outro lado, o Copom mencionou como riscos de baixa uma desaceleração global mais acentuada do que o previsto e os efeitos do aperto monetário global mostrando-se mais intensos do que o antecipado no controle da inflação.
Além disso, o Comitê alertou para os recentes desdobramentos da política fiscal, que podem influenciar a política monetária e os ativos financeiros.
“O Comitê reitera que uma política fiscal crível, comprometida com a sustentabilidade da dívida, auxilia na ancoragem das expectativas de inflação e na redução dos prêmios de risco dos ativos financeiros, afetando, assim, a condução da política monetária.”